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NOVO! - Programação em Java - Curso Completo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por pcoelho   
Sexta, 08 Maio 2009 11:04

Programação em Java - Curso Completo

O Java é uma das linguagens de programação mais faladas no universo da Internet e da web. Devido à sua simplicidade, robustez e portabilidade, impõe-se hoje como uma das linguagens de programação mais importantes. O facto de o Java ter permitido a introdução de verdadeira interactividade nas páginas da World Wide Web, anteriormente estáticas, trouxe um grande sucesso a esta linguagem na Internet. Igualmente, estendeu-se a utilização do Java ao universo das aplicações empresariais, através da arquitectura e tecnologia J2EE. Este livro cobre todas as facetas desta linguagem de programação (nas suas versões mais actuais Java 5 e 6 SE e Java EE 5), ensinando o leitor a construir desde os programas mais elementares até às aplicações empresariais J2EE, passando pelo desenho de applets para a integração em páginas WWW.

Escrita de uma forma simples, acessível e com exemplos práticos, esta obra destina-se a todos aqueles que possuam conhecimentos básicos de programação em outras linguagens não Orientadas a Objectos, assim como aos que já têm conhecimentos de programação em linguagens de Programação Orientadas a Objectos. Útil, também, para os que já possuem conhecimentos de HTML, com ou sem experiência de construção de scripts CGI, para os profissionais da web que pretendam utilizar o Java no desenvolvimento de aplicações e para aqueles que não têm conhecimentos de programação, mas que pretendem passar a utilizar o Java como evolução natural das suas páginas WWW.

Principais Tópicos 

Estão incluídos, entre outros, os seguintes temas:

  • O que é o Java, e como se utiliza;
  • Descrição completa da sintaxe Java;
  • Filosofia de Programação Orientada a Objectos;
  • Animação, Interactividade e Multimédia em páginas web;
  • Utilização avançada do Java: Servlets, JDBC, RMI, CORBA, JavaBeans;
  • Arquitectura de Aplicações J2EE e Enterprise Java Beans;
  • Java Móvel: J2ME.

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Actualizado em Sexta, 08 Maio 2009 15:34
 
Segurança em redes Wifi PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por PCoelho   
Segunda, 01 Junho 2009 23:10

O tema tem sido alvo de muita discussão, entre argumentos válidos e mitos urbanos: qual a segurança das redes Wifi que utilizamos em nossas casas e nas nossas empresas?

As tecnologias de protecção de acessos podem de facto dificultar, ou mesmo impedir um acesso indevido, mas é preciso ter a noção de que a escolha da tecnologia e o recurso a métodos diversificados de protecção podem fazer toda a diferença.

Em primeiro lugar, devemos por de lado em absoluto a forma mais antiga de encriptação, o WEP. Trata-se de uma tecnologia antiga, e que tem diversas falhas conhecidas, podendo alguém mesmo com poucos conhecimentos informáticos quebrar uma rede WEP em cerca de 2 minutos... Abundam os tutoriais sobre o assunto.

O ideal no estado actual da tecnologia é utilizar WPA2, uma técnica de encriptação mais recente, mas que mesmo assim pode ser quebrada especialmente utilizando técnicas de brute force.

As preocupações com a quebra de segurança nas redes Wifi são várias, e não se cingem ao risco de utilização indevida do serviço. O "pirata" passa a ter acesso a pode utilizar sniffers e a poder visualizar dados em trânsito que não estejam encriptados com outras técnicas (VPN's ou SSL são formas comuns de mitigar este risco). Por outro lado, passa a ter conectividade com outros equipamentos que possam eventualmente estar ligados na rede comprometida (incluindo discos, impressoras, etc). E uma das consequências mais desagradáveis, consiste no facto de que o intruso pode efectuar actos ilegais, sendo que o endereço IP que ficará como responsável por estes actos é da rede invadida.

Mas além da escolha de tecnologia de encriptação, há um conjunto de regras basicas que devem ser seguidas quando instalamos um router Wifi. O Firmware deverá ser o mais recente, para minimizar a probabilidade de existência de bugs e falhas conhecidas que possam ser aproveitadas (não esquecer que o router pode ser comprometido a partir da própria Internet). Mudar sempre as passwords de acesso ao router, e não permitir o login remoto a partir da Internet.

Na hora de configurar a rede, deve-se mudar o nome do SSID predefinido, a existêncua de um SSID "linksys" por exemplo torna uma rede mais interessante para um potencial hacker, porque é um sinal de que, provavelmente, terá sido pobremente configurada. É também conveniente activar o mecanismo de filtragem de endereços MAC, só permitindo a utilização do serviço a equipamentos conhecidos, barrando os restantes. Também é boa prática não deixar que o seu SSID seja visto livremente, escondendo-o (isto é uma opção de configuração). Há formas de ver SSID's escondidos, mas o princípio é o mesmo da segurança física: os ladrões preferem atacar o que é mais valioso ou o que está mais mal protegido, porque dá menos trabalho.

Para concluir, distinga os riscos reais dos mitos urbanos. As inseguranças e os riscos das redes Wifi não significam que não possa usar o seu Homebanking por exemplo na sua rede Wifi de casa. Se confia na encriptação SSL para se autenticar e transaccionar num meio inseguro por natureza como é a Internet, a sua rede Wifi não é muito diferente. Simplesmente nunca passe informação sensível em clear text (não encriptada) seja em redes Wifi seja em qualquer rede.

 
Green IT PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por pcoelho   
Sábado, 09 Maio 2009 22:38

Green IT

Nota-se hoje na comunidade dos sistemas de informação uma preocupação crescente com os temas do impacto ambiental que a exploração dos sistemas de informação tem no ambiente. E os estudos demontram claramente que esse impacto existe: quase 2,5% das emissões de CO2 no mundo são directamente devidas aos sistemas de informação.

Estando muito na ordem do dia os temas do aquecimento global e do esgotamento dos recursos enegéticos, o Green IT, ou as práticas ambientalmente responsáveis aplicadas aos sistemas de informação, tem sido alvo de crescente atenção da parte dos responsáveis dos sistemas de informação em todo o mundo.

Contudo, estas preocupações junta na verdade o útil ao agradável. Os custos de energia eléctrica nos Data Centers são enormes, sendo que quase metade da energia gasta num Data Center é pura e simplesmente desperdiçada. Os sistemas de ar condicionado, caros e gastadores, são enormes sorvedouros de energia, muitas vezes arrefecendo sem critério espaços vazios junto com locais efectivamente úteis.

Por outro lado, em Data Centers grandes, abundam as máquinas que não fazem rigorosamente nada, ou que estão totalmente desaproveitadas.

Finalmente, os Governos a nível mundial, estão a ultimar legislação que irá punir os gastadores (epor consequência poluidores) com taxas de carbono, que irão onerar as empresas menos eficientes e mais geradoras de emissões de CO2.

A aposta no Green IT significa várias coisas. Obviamente significa comprar hardware mais eficiente, e menos gastador, mas também investir em sistemas que desliguem o que não tem que estar ligado, ares condicionados locais por bastidor em vez de centrais, o regresso ao arrefecimento a água, a utilização de melhores materiais de dissipação de calor, entre muitas outras coisas.

Significa utilizar o critério do consumo de energia como tão importante como parâmetro de um caderno de encargos como o preço.

Por outro lado, não se pode deixar de considerar o efeito que a opinião pública tem na imagem de uma empresa, podendo ser muito negativa para as vendas de uma empresa o facto de estar associada a desleixo quanto às consequências ambientais da sua actividade.

Os responsáveis de sistemas de informação das empresas interessam-se cada vez mais pelo Green IT, o que não é francamente de estranhar, porque são múltiplas as vantagens e muito poucos os inconvenientes.

 
O Regresso do Discurso da Tanga PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por PCoelho   
Quarta, 20 Maio 2009 11:47

Não costuma ser meu hábito escrever artigos de opinião política, mas confesso que desta vez não resisti. Infelizmente temos no nosso País uma forte propensão para o fatalismo e para o pessimismo, sendo que facilmente nos convencemos a nós próprios como povo que somos péssimos e que "lá fora é que é bom". O ditado que diz que "the grass looks greener on the other side" não pode ser mais verdadeiro quando aplicado à nossa mentalidade colectiva.

Daí que todos ansiamos pelo dia em que os jornalistas descubram outro tema de conversa e notícia que não seja o da crise económica, e das nefastas consequências que todos sabemos que daí advêm.

A abertura de uma nova fábrica, o anúncio de um novo investimento, enfim, notícias positivas, têm normalmente um destaque moderado, enquanto que o encerramento de uma empresa ou de uma fábrica abre os noticiários durante dias. Quando a Euribor subia, era ver todos os dias nos telejornais os cálculos de quantos euros a mais as famílias pagavam, depois começou a descer a pique e não se falou mais no assunto...

Dado que a solução para o problema económico que vivemos se baseia na confiança dos consumidores e dos investidores, é nítido que a comunicação social presta um mau serviço ao País ao querer vender jornais e notícias à custa do sentimento miserabilista dos portugueses.

Neste contexto, percebe-se com dificuldade o regresso do PSD ao discurso da tanga, de má memória, protagonizado ontem por Manuela Ferreira Leite, ao render-se ao desânimo e ao fatalismo, afirmando que "Portugal está a ficar "irremediavelmente pobre".

É urgente voltarmos ao discurso positivo e optimista, e trabalharmos para um futuro melhor. Ninguém ganha nada em chorar sobre o leite derramado.

 
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