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A especificação HTML tem estado há vários anos em revisão por parte do W3C tendo dado origem a um alguns drafts (o ultima de Abril de 2009), uma nova versão conhecida como HTML 5 que estará a ser incorporada nos browsers presentes e futuros. Esta revisão é a maior desde as versões HTML 4.01 e XHTML 1.0, já com alguns anos. Os objectivos do HTML5 vêm de 2004, e eram ambiciosos: tornar obsoletas tecnologias que funcionassem como Plug-in, entre muitas modernizações que resultam de forma muito diferente como se utiliza a Web nos dias de hoje em relação ao início de século. No entanto este processo tem sido ensombrado pela polémica em torno do ponto 4.8.7., que dá pelo nome do “elemento ”. O objectivo dos proponentes era criar um standard de codec de vídeo (gratuito e aberto), o que naturalmente criou algumas reacções adversas. A versão de final de Dezembro de 2007 dizia o seguinte: “User agents should support Ogg Theora video and Ogg Vorbis audio, as well as the Ogg container format” A versão actual diz algo bem diferente: “It would be helpful for interoperability if all browsers could support the same codecs. However, there are no known codecs that satisfy all the current players: we need a codec that is known to not require per-unit or per-distributor licensing, that is compatible with the open source development model, that is of sufficient quality as to be usable, and that is not an additional submarine patent risk for large companies. This is an ongoing issue and this section will be updated once more information is available. “ Esta questão é conhecida como a polémica do formato Ogg, e foi motivada pela pressão exercida directamente pela Nokia e pela Apple, entre outros fabricantes, para que este formato não fosse adoptado como standard. O pretexto foi a possibilidade (muito remota) de que alguma das tecnologias base do OGG pudesse ser mais tarde reclamada como patente por alguém. A ideia que assim deixou de passar a standard, era de tornar universal uma tecnologia de vídeo chamada Theora, uma tecnologia de compressão OpenSource que tem um desempenho muito similar a tecnologias patenteadas como o H.264. A grande diferença é que o uso de tecnologias como o MPEG-4 ou o MP3 está sujeito a royalties que geram muito dinheiro, quando o mesmo pode ser conseguido com uma combinação do Theora (Video) e do Vorbis (Audio), no formato de agrupamento OGG. Esta questão parece estar a levar a mais uma guerra de browsers, uma vez que tanto o Mozilla como o Opera implementam ou estão a implementar OGG, o Google Chrome deverá também implementá-lo, mas o IE e o Safari provavelmente não o farão.
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